Analisar um conceito de forma visual, separando partes ou categorias. Boa para temas que envolvem classificação ou diferenciação, como o Triângulo das Bermudas (pessoa, indivíduo, problema).
Comissão de Estudos
Um espaço para aprendermos juntos, revisitarmos o que sabemos e nos fortalecermos como grupo.
📋 Inscrições abertas!
Quer fazer parte da comissão que vai construir e facilitar os encontros de estudos? As inscrições estão abertas entre os dias 18 e 25 de janeiro de 2026.
Não precisa ter experiência em facilitar grupos. Precisa ter vontade de ajudar o posto a crescer.
O que é e por quê
O que é a Comissão de Estudos
É um grupo de voluntários que se reúne periodicamente para estudar temas importantes do nosso trabalho no CVV. Em cada encontro, fazemos uma atividade diferente sobre um assunto que afeta nossos atendimentos.
A participação nos encontros é livre. Ninguém é obrigado a vir. Mas quem vem, aprende, troca experiências e se sente mais preparado para os plantões.
Por que criar isso agora
Depois que terminamos o PSV, temos poucas chances de estudar juntos. Os plantões acontecem, os dias passam, e às vezes a gente esquece coisas importantes que aprendemos.
Tem assuntos difíceis que aparecem nos atendimentos e a gente não sabe como lidar. Tem conceitos do CVV que a gente sabe na teoria, mas na hora do plantão, trava.
A Comissão de Estudos é um espaço para isso: lembrar o que já sabemos, aprender o que ainda não sabemos, e fazer isso junto com outros voluntários.
Por que votar o tema no encontro anterior
No final de cada encontro, o grupo vota qual será o tema do próximo. Isso acontece por dois motivos:
1. Participação. Quando você escolhe o tema, você se sente parte. O encontro deixa de ser "algo que alguém organizou" e passa a ser "algo que a gente decidiu juntos".
2. Conversa. Depois que o tema é escolhido, as pessoas comentam sobre ele nos corredores, nos grupos, antes do plantão. "Você viu que o próximo encontro é sobre silêncio?" Isso mantém o assunto vivo e desperta a curiosidade de quem ainda não veio.
O que queremos
Lembrar o que aprendemos
Revisitar conceitos do PSV que a rotina faz a gente esquecer: o Triângulo das Bermudas, a escuta sem julgamento, as respostas que acolhem.
Estudar temas difíceis
Falar sobre assuntos que aparecem nos atendimentos e deixam a gente sem saber o que fazer: sexualidade, luto, risco de suicídio, silêncio.
Conhecer os preceitos
Os 52 preceitos do CVV são nossa bússola. A maioria de nós viu eles uma vez e nunca mais. Queremos trazê-los de volta.
Fortalecer o grupo
Criar um espaço onde a gente pode falar sobre como se sente, trocar experiências e se apoiar. Plantonista que se sente sozinho se desgasta mais rápido.
A comissão
Uma construção coletiva
A Comissão de Estudos não é de uma pessoa só. É um grupo de voluntários que vai, juntos, planejar, facilitar e cuidar dos encontros.
As inscrições para fazer parte da comissão estão abertas entre os dias 18 e 25 de janeiro de 2026.
O que a comissão vai definir
Depois de formada, a comissão vai se reunir para decidir juntos:
• Dia e horário dos encontros
• Frequência (semanal, quinzenal, mensal)
• Cronograma do primeiro semestre
• Como dividir as responsabilidades entre os membros
O que já está definido
• Cada encontro dura aproximadamente 1h30
• O tema de cada encontro é escolhido pelo grupo no encontro anterior
• A dinâmica é escolhida pelo facilitador do encontro
• O último encontro do semestre é sempre de avaliação e planejamento do próximo semestre
• A participação nos encontros é livre para todos os voluntários do posto
Quem pode participar da comissão
Qualquer voluntário que:
• Tenha vontade de ajudar o grupo a crescer
• Esteja disposto a participar das reuniões de planejamento
• Aceite facilitar pelo menos um encontro por semestre
• Esteja aberto a aprender junto com os outros
Não precisa ter experiência em facilitar. A gente aprende junto.
Como funciona
O que acontece em cada encontro
Todo encontro segue a mesma estrutura. Assim, todo mundo sabe o que esperar.
Abertura (15 min)
O facilitador explica o tema do dia, por que ele é importante e conta um exemplo de situação que pode acontecer no atendimento. Isso ajuda todo mundo a entrar no assunto.
Explicação da atividade (5 min)
O facilitador explica como vai funcionar a dinâmica do dia. O que cada pessoa vai fazer, quanto tempo tem, quais são as regras.
Atividade (40 min)
A parte principal. Cada encontro tem uma atividade diferente, escolhida pelo facilitador. Às vezes é escrita, às vezes é conversa, às vezes é vídeo. A gente muda para que todo mundo tenha um momento que combina com seu jeito de aprender.
Conversa final (20 min)
Roda de conversa. Cada pessoa pode falar como se sentiu, o que percebeu, o que aprendeu. Ninguém é obrigado a falar, mas quem quer, tem espaço.
Votação do próximo tema (10 min)
O facilitador apresenta 3 opções de tema para o próximo encontro. O grupo vota. O mais votado será o tema da vez seguinte.
Por que mudar o tipo de atividade
Cada pessoa aprende de um jeito. Tem gente que aprende melhor ouvindo. Tem gente que precisa escrever. Tem gente que precisa ver. Tem gente que precisa fazer.
Se a gente fizesse sempre a mesma coisa, só um grupo de pessoas ia aproveitar bem. Mudando o tipo de atividade, todo mundo tem pelo menos um encontro que combina perfeitamente com seu jeito.
Além disso, a mudança mantém o interesse. Ninguém sabe exatamente como vai ser o próximo encontro. Isso traz curiosidade.
Encontro especial: fim do semestre
O último encontro de cada semestre é diferente. Em vez de estudar um tema, a gente avalia o que fizemos e planeja o que faremos a seguir.
• O que funcionou, o que não funcionou
• O que a gente aprendeu
• Quais temas queremos estudar no próximo semestre
• Quem quer ajudar a facilitar os próximos encontros
Banco de temas
Estes são temas sugeridos para os encontros. No final de cada encontro, o grupo vota entre 3 opções para escolher o próximo tema. Novos temas podem ser sugeridos a qualquer momento.
Escuta de verdade
Como separar a pessoa, o problema e os dados. O Triângulo das Bermudas na prática. O que significa realmente ouvir alguém.
Nossos preceitos
Os 52 preceitos do CVV. O que eles significam, como aparecem (ou não) nos nossos plantões, quais são mais fáceis e mais difíceis de seguir.
Quem é o CVV
Nossa história, nossos valores, nossa identidade. O que fazemos de bom, o que podemos melhorar. Assistir vídeos institucionais e refletir juntos.
Sexualidade
Ligações sobre sexo, orientação sexual, identidade de gênero. Quando acolher, quando encerrar. Os limites do nosso trabalho. Vocabulário adequado.
Silêncio
O silêncio que acolhe e o silêncio que afasta. Como ficar confortável quando ninguém fala. A diferença entre silêncio fecundo e silêncio estéril.
O que eu carrego
As coisas da nossa vida que trazemos para o plantão. Como isso afeta nossa escuta. Reconhecer o que estamos carregando para não misturar com a pessoa que ligou.
Luto e perda
Acompanhar quem perdeu alguém. A diferença entre consolar e acolher. Frases que ajudam e frases que afastam.
Risco de suicídio
Quando a pessoa fala que vai se matar. O que fazer, o que não fazer. A postura do CVV. Como aguentar o peso emocional dessas ligações.
Não dar conselhos
Os conselhos escondidos que a gente dá sem perceber. Como identificar e evitar. A diferença entre direcionar e acolher.
Transtornos mentais
Depressão, ansiedade, bipolaridade. Ver a pessoa além do diagnóstico. Não somos médicos, mas podemos acolher.
Ligações difíceis
Pessoas que ligam repetidamente, ligações agressivas, ligações que nos afetam. Como manter a postura e cuidar de si.
Autocuidado do voluntário
Como cuidar de nós mesmos para continuar cuidando dos outros. Sinais de esgotamento. Quando pedir ajuda.
Banco de dinâmicas
Estas são dinâmicas que podem ser usadas nos encontros. O facilitador escolhe qual dinâmica usar conforme o tema do dia. Cada dinâmica pode ser adaptada para diferentes temas.
Atividade no quadro
O facilitador desenha uma estrutura no quadro (triângulo, tabela, diagrama). Depois, lê em voz alta um exemplo de situação. O grupo, junto, identifica o que pertence a cada parte da estrutura.
Exemplo com o tema "Escuta de verdade": O facilitador desenha um triângulo com PESSOA, INDIVÍDUO e PROBLEMA nas pontas. Lê um trecho de ligação fictícia e o grupo separa o que é cada coisa.
Repetir com 3 ou 4 exemplos diferentes, cada vez mais complexos. No final, discutir: o que foi mais difícil de separar? Por quê?
Atividade de sorteio
Trazer à tona itens de uma lista longa de forma dinâmica. Boa para temas como preceitos, valores, ou situações comuns no plantão.
Antes do encontro, o facilitador escreve itens relacionados ao tema em papéis pequenos e coloca em um saco ou caixa.
No encontro, cada pessoa sorteia um papel, lê em voz alta e tem 2 minutos para falar sobre ele: o que entende, se já viveu algo relacionado no plantão, se é fácil ou difícil.
Exemplo com o tema "Nossos preceitos": Cada um dos 52 preceitos em um papel. A pessoa sorteia, lê, e compartilha sua reflexão. "Se você não veio para ajudar, não atrapalhe" — o que isso significa pra você?
Depois que 8 a 10 pessoas falam, abrir para comentários gerais. Alguém quer falar sobre um item que outro sorteou?
Atividade com vídeo
Usar um vídeo como ponto de partida para discussão. Boa para temas institucionais, históricos ou que se beneficiam de um conteúdo pronto.
O facilitador escolhe um vídeo de 10-15 minutos relacionado ao tema. Pode ser do canal oficial do CVV, de uma palestra, ou outro conteúdo relevante.
Assistir juntos, em silêncio. Depois, o facilitador faz perguntas:
• O que mais chamou atenção?
• Tem algo que a gente faz bem no nosso posto?
• Tem algo que a gente poderia fazer melhor?
• Alguém se surpreendeu com alguma coisa?
Exemplo com o tema "Quem é o CVV": Assistir um vídeo sobre a história do CVV e discutir: eu me reconheço nisso? O que mudou desde que o CVV foi fundado?
Atividade de vocabulário
Ensinar termos e conceitos de forma participativa. Boa para temas que envolvem vocabulário específico ou técnico.
O facilitador prepara uma lista de 15-20 termos relacionados ao tema. Cada termo é lido em voz alta. O facilitador pergunta: "Alguém sabe o que isso significa?" Deixa o grupo tentar. Depois, dá a definição correta.
Para cada termo, fazer uma pergunta prática de como ele aparece no plantão.
Exemplo com o tema "Sexualidade": Lista com termos como orientação sexual, identidade de gênero, cisgênero, transgênero, bissexualidade, assexualidade. Para cada um, perguntar: "Se alguém liga falando sobre isso, como você acolhe?"
No final, discutir: quais termos vocês não conheciam? Quais situações já viveram?
Atividade com cronômetro
Experimentar uma sensação no próprio corpo. Boa para temas que envolvem desconforto, tempo ou presença.
O facilitador propõe um exercício em etapas progressivas, usando um cronômetro visível para todos. Cada etapa é um pouco mais longa que a anterior.
Exemplo com o tema "Silêncio":
Etapa 1: 15 segundos de silêncio. Como foi?
Etapa 2: 30 segundos. Pareceu muito tempo?
Etapa 3: 1 minuto. O que você sentiu no corpo?
Etapa 4: 2 minutos. Roda de conversa sobre a experiência.
No final, perguntar: em que momento você sentiu mais vontade de quebrar o silêncio? Você consegue imaginar fazer isso no plantão?
Atividade de escrita
Permitir reflexão individual antes de compartilhar. Boa para temas pessoais ou sensíveis, onde a pessoa precisa de tempo para pensar.
Cada pessoa recebe uma folha em branco e uma caneta. O facilitador faz perguntas, uma de cada vez, e cada pessoa escreve a resposta. Ninguém mostra para ninguém.
Exemplo com o tema "O que eu carrego":
• O que aconteceu na sua semana que ainda está na sua cabeça?
• Tem algum assunto que, se aparecer numa ligação, vai te incomodar?
• Como você está se sentindo agora, de 0 a 10?
Depois, oferecer opção: quem quiser, pode dobrar o papel e colocar numa caixa (leitura anônima). Quem quiser guardar para si, pode guardar. Ninguém é obrigado a compartilhar.
Atividade de reescrita
Praticar a transformação de respostas inadequadas em respostas acolhedoras. Boa para temas que envolvem comunicação e linguagem.
O facilitador prepara uma lista de 10 frases problemáticas (conselhos, consolações, julgamentos). Em duplas ou trios, o grupo reescreve cada frase, transformando-a em algo que acolhe.
Exemplo com o tema "Luto e perda":
Consolação: "Ele está em um lugar melhor agora."
Acolhimento: "Dói muito perder alguém que a gente ama."
Consolação: "O tempo cura tudo."
Acolhimento: "Agora a dor parece que não vai passar nunca, né?"
Depois, cada grupo compartilha suas reescritas. O facilitador comenta quais funcionaram bem e por quê.
Atividade com casos
Discutir situações complexas sem a pressão de ter que responder ao vivo. Boa para temas pesados ou que exigem reflexão cuidadosa.
O facilitador prepara 3 casos fictícios (resumos curtos de ligações). Cada caso é lido em voz alta. Depois, o grupo discute:
• O que você percebe nesse caso?
• O que você faria nessa situação?
• O que você NÃO faria?
• Como você acha que se sentiria depois?
Exemplo com o tema "Risco de suicídio":
"A pessoa liga às 3h da manhã. Fala que não aguenta mais, que ninguém se importa, que já pensou em várias formas de acabar com tudo. Diz que está sozinha em casa e que ligou porque viu o número num outdoor. Começa a chorar."
No final, conversar sobre como cuidar de si depois de uma ligação assim.
Atividade de caça
Treinar o olho para identificar algo escondido ou disfarçado. Boa para temas que envolvem comportamentos sutis ou automáticos.
O facilitador prepara uma lista de 15 frases. Algumas têm o problema que estamos estudando, outras não. Em duplas ou trios, o grupo marca: TEM ou NÃO TEM.
Exemplo com o tema "Não dar conselhos":
1. "Você já pensou em procurar um psicólogo?" — CONSELHO
2. "Parece que você está se sentindo muito sozinha." — NÃO É CONSELHO
3. "Talvez se você conversasse com ele, as coisas melhorassem." — CONSELHO
4. "É difícil quando a gente se sente assim, né?" — NÃO É CONSELHO
Depois, o facilitador lê cada frase e o grupo discute: por que é ou não é? Como poderia ser reformulada? Para quem acertou mais, um "prêmio" simbólico.
Atividade de colagem
Expressar ideias de forma visual e criativa. Boa para temas que envolvem mudança de perspectiva ou sensibilização.
O facilitador traz revistas, jornais, tesouras, cola e cartolinas. Propõe um desafio criativo relacionado ao tema.
Exemplo com o tema "Transtornos mentais":
O desafio: fazer uma colagem que represente uma pessoa que tem um diagnóstico (ex: depressão), mostrando TUDO que ela pode ser além disso. Mãe, artista, fã de futebol, cozinheira, amiga.
Em grupos de 3-4 pessoas, 20 minutos para criar. Depois, cada grupo apresenta sua colagem e explica o que quis mostrar. As colagens podem ficar expostas no posto.
Como divulgar
Onde a gente vai avisar
BIS semanal: Uma semana antes de cada encontro, aviso no boletim interno com o tema e quando vai ser.
Grupos de WhatsApp do posto: Lembrete no dia do encontro e convite aberto para quem quiser vir.
Mural do posto: Calendário do semestre colado na parede, com todas as datas e temas.
Grupo do Diário de Bordo
Vamos criar um grupo de WhatsApp só para quem participa dos encontros. Nesse grupo, as pessoas podem:
• Contar como se sentiram depois de um encontro
• Compartilhar reflexões que tiveram
• Fazer perguntas sobre os temas
• Lembrar umas às outras dos próximos encontros
As pessoas serão avisadas que o que escreverem ali pode ser compartilhado (de forma anônima) com outros voluntários do CVV, para incentivar a participação. Só entra no grupo quem concordar com isso.
Contar para os outros
Quem participar de um encontro pode contar no grupo geral do posto como foi. "Ontem a gente fez uma dinâmica sobre silêncio, foi muito forte." Isso desperta curiosidade em quem ainda não veio.
Depoimentos pessoais funcionam melhor do que convites formais. Quando alguém que eu conheço diz que foi bom, eu tenho mais vontade de ir.
Como saber se deu certo
O que vamos observar
Quantas pessoas vêm: Esperamos pelo menos 6 voluntários por encontro. Se tiver menos, precisamos entender por quê.
Quantas voltam: Esperamos que pelo menos metade das pessoas participe de 3 ou mais encontros no semestre. Se as pessoas vêm uma vez e não voltam, algo está errado.
O que as pessoas falam: No grupo do Diário de Bordo e nas conversas informais, as pessoas estão gostando? Estão aprendendo? Estão indicando para outros?
Variedade: Fizemos pelo menos 4 tipos diferentes de atividade no semestre? Se ficamos repetindo o mesmo formato, não cumprimos a proposta.
Quando avaliar
Depois de cada encontro: O facilitador anota o que funcionou e o que não funcionou. Quantas pessoas vieram. Se houve algum problema.
No meio do semestre: Conversa rápida com os participantes frequentes. "Como vocês estão se sentindo? Tem algo que a gente deveria mudar?"
No final do semestre: Avaliação completa no último encontro, junto com o planejamento do próximo semestre.
O que precisamos
Espaço e equipamentos
- Sala do posto disponível nos dias definidos pela comissão
- Quadro branco com marcadores (verificar se o posto tem)
- TV ou projetor para passar vídeo (verificar se o posto tem)
- Caixa de som para passar áudio
Pessoas
- Comissão de Estudos: Inscrições abertas de 18 a 25 de janeiro de 2026
- Apoio da coordenação: Para aprovar o projeto e ajudar com o que for preciso
- Voluntários: Todos os voluntários do posto podem participar dos encontros
O que vai ficar documentado
- Pasta física no posto: Cópia impressa de todas as dinâmicas, com passo a passo.
- Pasta digital: Arquivos que podem ser editados para os próximos semestres.
- Guia simples: Um documento curto explicando como facilitar um encontro, para quem nunca fez antes.
Pedido de aprovação
Esse projeto é um convite para fortalecermos juntos os voluntários do nosso posto. A Comissão de Estudos pode nos ajudar a lembrar o que aprendemos, estudar o que ainda não sabemos, e cuidar uns dos outros. Peço à coordenação que avalie e, se concordar, aprove o início das atividades.
Quem está propondo
Laís Ortega
Voluntária CVV Londrina
Aprovação da coordenação
Coordenador(a) do Posto
Londrina, _____ de _______________ de 2026