Estudo de viabilidade e definição de ICP para o Programa de Liderança IGHER. Ticket analisado: R$ 1.497.
Renda real, fricção financeira, e por que o dono quer que a empresa pague, enquanto o CPF hesita na hora de decidir.
O decisor que enxerga R$ 1.497 como alavancagem, não como gasto. E por que ele é a única aposta que escala.
Posicionamento, tráfego, copy e o funil B2B que transforma uma licença em contrato corporativo.
Copy completa de vendas do Programa Executivo de Liderança Estratégica. Hero com 5 headlines, dores, entregas, mentor, FAQ e CTA.
Antes de escolher para quem vender, é preciso entender quem pode comprar. Os dados do IBGE revelam uma fricção que nenhuma copy resolve sozinha.
50% da PEA. Líderes de base e analistas. R$ 1.497 representa quase meio salário. A jornada de compra nunca chega ao checkout.
37% da PEA. Coordenadores e supervisores. O ticket compromete 20% a 50% do orçamento. Há intenção, mas a objeção financeira domina a decisão.
Founders, CEOs e diretores. R$ 1.497 é menos de 10% da renda. A decisão é racional, rápida e orientada por ROI, não por orçamento disponível.
Coordenadores e supervisores desejam crescer. Mas entre o desejo e o checkout existe uma conta simples: 34% a 45% do salário em uma só compra. O ciclo de objeções é longo. O CAC é alto. O LTV é unitário.
O dono da empresa sofre todo mês com a mesma dor: gestores que não entregam, operação centralizada, equipe sem autonomia. O ticket de R$ 1.497 não é gasto. É investimento com ROI mensurável na mesma semana.
Governança, EBITDA e M&A fogem da alçada de decisão deste cargo. O conteúdo não é inaplicável por falta de qualidade. É inaplicável por falta de contexto. A frustração vira churn.
Descentralizar operação, preparar a empresa para escala e estruturar governança são dores que custam dinheiro real todo mês. O conteúdo da IGHER resolve exatamente isso.
A tentativa de escalar vendendo para o grande volume de líderes operacionais apresenta alto risco de desperdício de verba. Fricção financeira e desalinhamento de conteúdo criam um ciclo de CAC alto com LTV baixo.
Produtos educacionais com densidade técnica e chancela institucional performam com Founders e C-Levels. Este público já investe R$ 5.000 a R$ 20.000 em FGV, FDC e Insper.
CEO ou diretor compra por R$ 1.497. Baixo atrito, decisão rápida, sem ciclo longo de objeções.
Aplicação na equipe de gestão. Resultados visíveis. A metodologia ganha credibilidade interna.
O decisor compra para a equipe inteira. Um único cliente gera o faturamento de 10 a 20 vendas individuais.
O modelo B2B transforma o CAC original em receita recorrente. O mesmo decisor que comprou uma licença por R$ 1.497 se torna lead qualificado para contratos de Consultoria de Governança e Boutique de M&A com tickets entre R$ 5.000 e R$ 50.000/mês. O programa não é o produto final. É a porta de entrada do ecossistema IGHER.
Posicionamento, segmentação e copy alinhados ao decisor. A estratégia vencedora no mercado de educação premium é mirar em quem detém o poder de compra e sofre com a dor da gestão ineficiente.
A palavra "curso" sinaliza aprendizado técnico de ticket baixo. Atrai o perfil errado e cria fricção de preço antes da primeira interação.
A nomenclatura sinaliza o nível do público, justifica o ticket e filtra naturalmente os perfis que chegam até o checkout.
O perfil com maior dor e maior poder de compra. Sofrem com operação centralizada e gestores que não entregam.
Têm autonomia para comprar e aplicar o conteúdo. Candidatos naturais à venda B2B de múltiplas licenças para a equipe.
Alto volume, baixa conversão. A fricção financeira e o desalinhamento de conteúdo tornam este segmento inviável para o ticket atual.
A estratégia vencedora no mercado de educação corporativa premium é mirar em quem detém o poder de compra e sofre com a dor da gestão ineficiente. O ativo mais valioso da IGHER não é o conteúdo. É a credibilidade de 25 anos de operação executiva e mais de R$ 2,5 bilhões em valuations realizados.
R$ 1.497 é o ticket mais acessível do ecossistema IGHER. Ele não é o produto final. É o primeiro passo de um cliente que pode valer R$ 50k/mês em consultoria.
Não falamos de aprendizado. Falamos de liberação de tempo do dono, escala da equipe e governança que permite crescer sem depender de uma só pessoa.
A chancela prática de um ex-CFO que fez M&A com uma multinacional indiana é o argumento que nenhuma instituição acadêmica ou infoprodutor consegue replicar.
Este programa não é para quem está começando a liderar. É para quem já lida com gestão de equipes, resultados e decisões estratégicas e quer que sua organização funcione sem depender do seu tempo todo dia.
A falta de liderança estruturada não aparece no DRE. Mas está presente em cada reunião que não gera decisão, em cada prazo perdido e em cada hora do dono que foi para a operação em vez de para a estratégia.
Evandro Rodrigues não aprendeu sobre governança corporativa em sala de aula. Aprendeu resolvendo uma crise tributária em Salvador, com 23 anos, na primeira vez que entrou num avião. Aprendeu estruturando uma empresa de 80 para mais de 1.000 colaboradores, do zero, em Juiz de Fora. E aprendeu conduzindo dois processos de M&A que culminaram na venda da operação para a Lupin, o quinto maior laboratório de genéricos da Índia.
Saí de office boy para diretor executivo de multinacional sem herdar cargo, sem padrinho corporativo e sem atalho. O que eu tenho para ensinar não está em nenhum livro. Está nas carretas que liberei na Bahia, nos balanços que refiz do zero e nas crises que resolvi de muletas.
8 semanas. 6 módulos. A metodologia de quem formou diretores de multinacional e supervisionou mais de R$ 2,5 bilhões em valuations. Por R$ 1.497.